domingo, 10 de março de 2013

Oficina A modelagem do corpo humano com Israel Kinslansky


Nos dias 9 e 10  realizou-se no IAD - UFJF o curso de modelagem do corpo humano com Israel Kinslansky e no sábado a noite assistimos a palestra sobre Fundição Artística  que aconteceu no Atelier Ponto com Arte.












Momento da Palestra sobre Fundição Artística






Israel autografando seu livro sobre Fundição Artística da editora SENAI / SP.
Quem quiser ler mais pode acessar o blog: 
http://kislansky.blogspot.com.br/2013/01/texto-integral-do-catalogo-da-exposicao.html








Imaculada, Abigail, Maurilio, Erika, Paula, Leonardo, Julia, Ricardo Cristofaro (diretor do IAD), Angela, Simão, Antonio e Luis - sentados: Luciana, Juliana, Israel e Kátia. Foto tirada por Oneida. 



sábado, 2 de março de 2013

Vamos aprender CROCHÊ ?


      
 Moda e Arte em crochê

Crochê em casa: tendência em Paris

Técnica ancestral em alta na decoração francesa

12/12/2012 | POR CLAUDIA GAZEL
A acentuação na última sílaba denuncia: a palavra crochê deriva do francês. Crochet significa gancho, menção ao formato da agulha utilizada na confecção deste tipo de artesanato. A origem de tal técnica, no entanto, é desconhecida. Cogita-se que a secular arte possa ter vindo do Egito, da China, da Tunísia, das Arábias ou, até mesmo, do Peru. O que se sabe da história do crochê é a razão de sua expansão no continente europeu a partir do século 16.
Ensinada nos conventos, a arte predominantemente feminina se tornou um dos passatempos favoritos das damas das classes abastadas. Já no século 19, o crochê deu origem a uma verdadeira indústria em lugares como Irlanda, Inglaterra e França – um boom que se deve, em parte, à rainha Vitória, adepta da moda dos tecidos com esses bordados de cheios e vazios durante seu reinado. Com a Primeira Guerra Mundial, o crochê entrou em declínio e caiu no esquecimento durante praticamente todo o século 20, ficando relegado a grupos seletos de entusiastas.
Hoje, o trabalho manual que não requer nada além de agulha, linha e treino volta a fazer história e ganhar reconhecimento. Com a crescente valorização de tudo o que é artesanato, o crochê vem sendo redescoberto pelas novas gerações, adentrando lares espalhados pelo globo. Com ar descontraído, divertido e colorido, a tendência toma atualmente Paris, com muitos produtos vindos da África do Sul. É possível encontrar nas lojas e nas feiras de rua da Cidade-luz itens diversos, de cobertores com tom familiar a delicados vasos elaborados com fios de telefone – claro, usando o trançado do crochê.
fonte: http://casavogue.globo.com/Design/noticia/2012/12/croche-em-casa-tendencia-em-paris.html


Que tal aprender crochê?
Estamos com inscrições abertas para o curso de crochê com a prof.a Silvana  Manfili
Procure-nos e inscreva-se.
3211-7060 (Rose ou Maurilio)


sexta-feira, 1 de março de 2013

O Lançamento da coleção de cerâmica RM no Atelier Ponto com Arte


No dia 22 de fevereiro foi o lançamento da primeira coleção de cerâmica artística de 
Rose Valverde e Maurilio Souza. 
Cerca de 70 peças constando de jarras, bol em tamanhos variados, xícaras e jogos para lanche. Confeccionadas com argilas nos tons tabaco e creme, com detalhes pintados à mão representando plantas e flores da região, as peças buscam a união entre elementos da natureza. O resultado são peças artísticas e utilitários que combinam praticidade com o rústico mantendo um visual leve.








A mostra continuará em março no Atelier Ponto com Arte integrando a exposição permanente das peças produzidas pelos membros do atelier e artistas convidados.


domingo, 27 de janeiro de 2013

Nossa primeira Fornada


Peças artísticas em cerâmica
Maurilio Souza e Rose Valverde iniciaram a parceria na confecção das peças de cerâmica. Além da produção conjunta promovem também a queima das peças de escultura do Maurilio e de seus alunos de modelagem em argila.

A primeira palavra de ordem é fazer, depois experimentar e por último avaliar.

Citando Richard Sennet que no livro O artífice (cap 4 - consciência material), diz: “Na cerâmica, a argila bruta é “cozida” tanto pelas ferramentas que lhe conferem a forma de um pote quanto pelo forno, que efetua o trabalho literal do cozimento. A argila cozida serve de meio para a produção de imagens, que num pote, criam uma narrativa à medida que ele vai sendo girado. Essa narrativa pode viajar, podendo ser comercializada ou vendida como artefato cultural. Lévi-Strauss insiste em que  o valor simbólico é inseparável da consciência da condição material de um objeto; seus criadores pensavam as duas coisas ao mesmo tempo.”

Um processo longo e delicado que culmina na produção de algumas peças para serem  apreciadas.

Nossa primeira experiência com uma produção própria é realmente enriquecedora.  Não tínhamos todas as informações do processo e desde o primeiro momento a Kátia Lopes (que está expondo alguns de seus trabalhos aqui no atelier) tem nos orientado e incentivado. Durante a produção, queima e pintura temos uma quantidade de variáveis enorme que podem alterar o resultado das peças. Acho que no final das contas temos que focar na pesquisa e não desanimar quando os resultados não forem como planejamos pois afinal em se tratando de cerâmica artística nossa proposta não é executar uma linha de montagem e sim abrir um canal de experimentação e criação através da cerâmica buscando antes de tudo a originalidade e um design agradável.

E vamos então mostrar um pouco desse processo:

- Primeira parte - desenhamos algumas peças e fizemos uma planilha para iniciar a produção.




Algumas peças iniciais executadas pelo Orlando 

- Segunda parte -  queima (biscoito)

primeira etapa da queima - biscoito

Na primeira queima que a gente chama de biscoito a argila atinge uma temperatura de 850º.
Ficamos torcendo para que nenhuma peça quebrasse e isso sempre pode acontecer.

segunda etapa com o restante das peças
Tudo OK até agora!


- Terceira parte - Pintura e esmaltação


Maurilio e a Sandra Sato que nos prestou uma assessoria especial


As pinturas á mão realizadas por Rose Valverde

Após realizarmos a preparação das peças, separarmos e pintarmos com os esmaltes escolhidos,  inserimos junto algumas peças que servirão de teste para futuros trabalhos.

 - Quarta parte - Queima em alta, processo de esmaltação
As peças que serão utilizadas como utilitários foram queimadas a uma temperatura de 1220º.




Ainda vamos concluir a esmaltação dessa fornada. Algumas peças ainda voltarão ao forno para receberem uma outra aplicação de esmalte. 

Assim que tivermos encerrado essa produção convidaremos os amigos para a comemoração dessa fornada que vai ser apresentada ao público.
Aguardem!!!
Rose Valverde


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Ano Novo coisas novas


Estamos com muitas novidades...


Valleria Gouveia, Maurilio Souza, Vilian Dias e Rose Valverde - reunião que marcou a chegada do novo membro do atelier, Viliam.

O Atelier Ponto com Arte está com uma equipe ampliada:
Atelier 1 - Rose Valverde - Designer gráfico  e web design, Cursos de desenho artístico, desenho em quadrinhos e Aquarela.
Atelier 2 - Valleria Gouveia - Pintura em Cerâmica e Curso de Bordado.
Sala 2 - Marcillene Ladeira - Pintura em tecido, pintura em tela (óleo e acrílica) e peças de gesso.
Atelier 3 - Viliam Dias de Oliveira - Esculturas em Papel Machê
Atelier 4 - Maurilio Souza - Esculturas em madeira e argila. Curso de modelagem em argila.

E ainda os cursos de curta duração que retornam com:
Silvana Avila - Curso de Modelagem Industrial;
Leonardo Paiva - Curso de Mosaico para Iniciantes;
Orlando de Oliveira - Curso de modelagem em argila no torno.

Como sempre aproveitamos as férias para dar uma cara nova ao nosso espaço.






E, também nos divertirmos um pouco em meio ao trabalho.



 


Um churrasquinho (feitos pelo Edson e Ademir), o acompanhamento foi a três mãos, (Valleria, Rose e Heloisa) e uma sobremesa no final (feita pela Marcillene).
depois, um descanso...